lunes, 16 de septiembre de 2013
(Charles Chaplin)
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é Saber viver!!!
viernes, 30 de agosto de 2013
miércoles, 7 de agosto de 2013
"Metade" Oswaldo Montenegro
Que a força do medo que tenho
não me impeça de ver o que anseio
que a morte de tudo em que acredito
não me tape os ouvidos e a boca
porque metade de mim é o que eu grito
mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
seja linda ainda que tristeza
que a mulher que amo seja pra sempre amada
mesmo que distante
porque metade de mim é partida
mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
apenas respeitadas como a única coisa
que resta a um homem inundado de sentimentos
porque metade de mim é o que ouço
mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
se transforme na calma e na paz que eu mereço
e que essa tensão que me corrói por dentro
seja um dia recompensada
porque metade de mim é o que penso
mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
que o espelho reflita em meu rosto num doce sorriso
que eu me lembro ter dado na infância
porque metade de mim é a lembrança do que fui
a outra metade não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
pra me fazer aquietar o espírito
e que o teu silêncio me fale cada vez mais
porque metade de mim é abrigo
mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
mesmo que ela não saiba
e que ninguém a tente complicar
porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
porque metade de mim é platéia
e a outra metade é canção.
E que a minha loucura seja perdoada
porque metade de mim é amor
e a outra metade também!
miércoles, 24 de julio de 2013
viernes, 17 de febrero de 2012
SOLO A VECES
Siento tu ausencia en paredes delgadas, hechas de una materia que no conozco.
Desde aqui, el sol brilla muy lejos y el mar es cada vez mas cierto.
Siempre, o casi siempre, esta el viento riguroso, despertando amaneceres de un golpe.
Las lagrimas son recuerdos pasajeros y los corazones, aunque lastimados, siguen enteros.
Desde aqui, lo que se ven son verdades, pero la vida es un lugar extraño.
Quiza lo dijo esta muchacha de sonrisa verde, quiza ahora yo lo entienda y lo diga:
LA VIDA ES UN LUGAR EXTRAÑO.
Lo digo cubierta de un verde tan intenso, musgo que cubre viejas paredes.
Intensidad que busca lo que se no se espera, verde que brilla la vida entera.
Como aquella mariposa eterna que insistia en vivir adentro con nosotros.
Es cierto que la vida es un lugar muy extraño.
A veces, solo a veces, siento paredes, hechas de una materia que desconozco.
Desde aqui, el sol brilla muy lejos y el mar es cada vez mas cierto.
Siempre, o casi siempre, esta el viento riguroso, despertando amaneceres de un golpe.
Las lagrimas son recuerdos pasajeros y los corazones, aunque lastimados, siguen enteros.
Desde aqui, lo que se ven son verdades, pero la vida es un lugar extraño.
Quiza lo dijo esta muchacha de sonrisa verde, quiza ahora yo lo entienda y lo diga:
LA VIDA ES UN LUGAR EXTRAÑO.
Lo digo cubierta de un verde tan intenso, musgo que cubre viejas paredes.
Intensidad que busca lo que se no se espera, verde que brilla la vida entera.
Como aquella mariposa eterna que insistia en vivir adentro con nosotros.
Es cierto que la vida es un lugar muy extraño.
A veces, solo a veces, siento paredes, hechas de una materia que desconozco.
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